22 de novembro de 2007

comentário (inédito e não publicado no devido lugar) à carta de Amor

nossa!
quanta honra!
um post inteiramente dedicado à minha pessoa!
bom, vejamos!
pelo que percebo, sentiu-se afrontado, ou ofendido não sei, pelo que lhe escrevi.
quando lhe escrevi esses dois comentários, foram fruto de uma constatação que fiz, ao percorrer vários dos inúmeros e inquantificáveis blogues (ou será blogs? Como sou marinheiro de primeira viagem tenho desculpa) que proliferam nesta blogosfera tão cheia de egos.
pelos vistos alguém enfiou a carapuça.
ou estarei enganado!? (isto porque a minha alma incrédula, não acredita que alguém, tanto tempo depois do período helénico, seja tão egocêntrico ao ponto de acreditar que um desabafo, em que constato o estado da blogosfera, seja especialmente direccionado à sua pessoa).

Tem razão, tem razão, afinal eu usei os seus “recursos” e, diria, em primeira “análise” às SUAS custas, escreve(ndo) “um comentário”, 11 e quarenta da noite (gostei da precisão) e como viu escrevi mesmo uma parte às suas custas.

Tenho que ter cuidado porque há por aí pessoas que acreditam que tudo o que se escreve, “para o bem ou para o mal” é “em relação a ela”s. Pessoas que depois me escrevem, não emails psicóticos, mas publicam verdadeiras pérolas.

Não estou aqui para me desculpar. Tão pouco para lhe explicar que 1+1 (não é) = 2 comentários que de irados, mal intencionados,
equivocados, retardados, ou qualquer outro sinónimo com os quais se insurgiu nesta ode à minha pessoa, nada têm.

Será que eu poderia dizer o mesmo da sua postura?
claro que sim (e agora a minha consciência grita, para consigo, em caixa alta) sua ANTA! Não percebeste isso pelos comentários todos que se ajoelharam frente ao fiel depositário da verdade?
obviamente estou enganado e peço perdão pela minha falta de tenacidade.
De todos os adjectivos com os quais me qualificou, tenho especial preferência pelo “anta”, gostei, nunca me senti tão glorificado quanto nesse momento.

Retardado também ganhou um lugar especial na minha consideração. Para dizer a verdade, deixou-me emocionado, e, pelo canto do olho, caiu-me uma lágrima!
Devo lembrar-lhe que agora já não se diz retardado, mas sim pessoa com necessidades especiais, ok? É politicamente correcto.

(espero que, sua alteza, não venha a ser processada por nenhuma entidade que se sinta ofendida por lhes ter associado o meu nome)

agora vou entrar num momento de assaz contradição.
A T E N Ç Ã O !
e com esta acho que me redimo dos meus pecados para com uma pessoa tão bem educada quanto o senhor.
PEÇO DESCULPA.
e agora em letras de caixa baixa, porque o importante já foi dito.
Vejamos! Peço desculpa, por não ter direccionado os comentários estritamente à sua pessoa, porque dessa forma, o tempo que dedicou a escrever-me esta carta de amor (como sou louco ou, nas suas palavras, retardado posso entender as coisas de outra forma, certo?), teria razão num ou outro momento da sua manifestação de afectividade.

Infelizmente, e como tempo é coisa que, de facto, já não temos (ou pelo menos pensava eu até este momento em que perdi tempo do meu tempo para que o tempo do seu tempo não ficasse equivocadamente no vão).

imagine-se se eu tivesse escrito que me queria insurgir contra.
Ainda bem que mencionei o facto de ser apenas um desabafo, caso contrário, o nome deste blogue passaria a ser bruno sua anta (acabei de dar uma boa ideia para um blogue, e nem peço parte nos dividendos é tão apegado ao dinheiro que não quero causar um desfalque).


eu sou louco, isto aqui não pode ser para mim, não mereço tanto.
agradeço aos meus pais, à minha avó, que deus a tenha, ao Adalberto e, mais importante que todos antes mencionados (além do meu homónimo que fez um verdadeiro elogio) ao Capitão (capitão não, general!) que me catapultou neste momento de estrelato.
nunca pensei chegar tão longe em tão iluminada e brilhante mente!

By the way, a sua didáctica é excelente, acho que pode elevar o seu léxico no que diz respeito aos adjectivos amorosos, mas mesmo assim gostei imenso...

deve ser amor! para ter deixado assim o Séquiço por mim... ou será apenas uma obsessão momentânea?

PS. este comentário não foi publicado no sítio para onde o mandei, e,como acho que não se deve deitar as coisas para fora da janela, pelo menos os meus pais educaram-me assim, vou publicar aqui mesmo. Imagine-se esta verborréia deitada assim sem mais nem menos para o Bin, o menino ainda tinha uma congestão.
acabei por perceber que afinal existe mesmo a censura, ups, moderação, moderação! (lá estou eu a bater no mesmo, tenho de ver se me contenho). Como o Chavez (ok, agora sim, desci muito fundo no poço, por ter mencionado o Chavez neste blogue) existem outros indivíduos, de boa indole, claro está, que também não gostam de ouvir algumas verdades. Ah e tal é chato ter de ouvir retardados! perdão! pessoas com necessidades especiais.
Sou mesmo Anta e não, não estava a fazer sexo, senão não teria vindo aqui responder ao senhor.

3 comentários:

cris disse...

Desperdício não publicar isso... apesar de eu achar que o moderador deve ter desprezado esse comentário mais pela falta de compreensão do que por outra coisa....

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Cerejinha disse...

Bemmmmmm, seguindo o meu raciocinio anterior, isto não se trata apenas de uma carta de amor, mas sim de uma paixão consumada! :-D

Anónimo disse...

ou, quem aquele sujeito é? quem ele pensa que é? pelo amor de deus. se akele fosse um egoconfession não teria fim.

Pablo