21 de outubro de 2016
16 de novembro de 2015
han han o blogger com mais seguidores do mundo e outros assuntos que têm tudo a ver, ou talvez não.
Deparei-me com o han han num livro sobre a china. Por lá, também me deparei com o ai wei wei, outro chinês.
Ambos criticam o estado das coisas, segundo o autor do livro.
O ai weiwei é ávido no twiter, escreve todos os dias e várias vezes. Sim, também é o artista e arquiteto que fez o estádio de ninho de passarinho com o Herzog. Mas já esteve preso, porque o governo chinês inventou que o ai weiwei havia cometido o crime de evasão fiscal.
O outro, o han han, foi best seller quando adolescente e continuou a escrever até descobrir que chegava a mais gente pela internet.
O que é engraçado é que o governo chinês censura o que os tipos escrevem. Portanto é mais difícil saber o que foi realmente escrito. sim, porque o meu mandarim é fantástico.
Estou a tentar saber um pouco sobre a china.
Entre outras informações, descobri que ha um sr bilionário chinês que tem, em sua humilde residência, a módica quantia de 50.000.000,00 de dólares de vinhos franceses, na sua maioria Lafite. Segundo consta, fez a sua fortuna com objetos de prazer. Sim, sexo, naturalmente vende em qualquer parte do mundo. E deve ser a palavra mais procurada na internet, sempre.
Sobre o fascínio dos chineses com o vinho, anda malta em Portugal com os rótulos bonitos e os franceses espetaram com o número 8 na embalagem e pimbas, aumentaram o faturamento. O número 8, por ser símbolo de prosperidade para os chineses, fez com que os franceses atingissem records de vendas, nunca antes atingidos.
E por falar em franceses, esta coisa do estado islâmico esta a dar que falar.
não sou insensível às mortes que aconteceram mas tenho sérias dúvidas sobre tudo o que esta a acontecer.
A grande malfeitor existe, logo, justifica-se um guerra, não?
Acho que ando a ler muitos livros com teorias da conspiração.
O problema é que neste meio tempo, houve um acordo ortográfico e eu moro aqui no País onde não se pronunciam os eles quando eles chegam atrasados. Portanto já espetei com o faturamento sem c.
Esse e outros fatos sem c virão em seguida.
Sim, voltei a escrever aqui.
Ambos criticam o estado das coisas, segundo o autor do livro.
O ai weiwei é ávido no twiter, escreve todos os dias e várias vezes. Sim, também é o artista e arquiteto que fez o estádio de ninho de passarinho com o Herzog. Mas já esteve preso, porque o governo chinês inventou que o ai weiwei havia cometido o crime de evasão fiscal.
O outro, o han han, foi best seller quando adolescente e continuou a escrever até descobrir que chegava a mais gente pela internet.
O que é engraçado é que o governo chinês censura o que os tipos escrevem. Portanto é mais difícil saber o que foi realmente escrito. sim, porque o meu mandarim é fantástico.
Estou a tentar saber um pouco sobre a china.
Entre outras informações, descobri que ha um sr bilionário chinês que tem, em sua humilde residência, a módica quantia de 50.000.000,00 de dólares de vinhos franceses, na sua maioria Lafite. Segundo consta, fez a sua fortuna com objetos de prazer. Sim, sexo, naturalmente vende em qualquer parte do mundo. E deve ser a palavra mais procurada na internet, sempre.
Sobre o fascínio dos chineses com o vinho, anda malta em Portugal com os rótulos bonitos e os franceses espetaram com o número 8 na embalagem e pimbas, aumentaram o faturamento. O número 8, por ser símbolo de prosperidade para os chineses, fez com que os franceses atingissem records de vendas, nunca antes atingidos.
E por falar em franceses, esta coisa do estado islâmico esta a dar que falar.
não sou insensível às mortes que aconteceram mas tenho sérias dúvidas sobre tudo o que esta a acontecer.
A grande malfeitor existe, logo, justifica-se um guerra, não?
Acho que ando a ler muitos livros com teorias da conspiração.
O problema é que neste meio tempo, houve um acordo ortográfico e eu moro aqui no País onde não se pronunciam os eles quando eles chegam atrasados. Portanto já espetei com o faturamento sem c.
Esse e outros fatos sem c virão em seguida.
Sim, voltei a escrever aqui.
2 de novembro de 2014
19 de fevereiro de 2010
palavra a palavra enche-se o blogue com treta
hoje descobri uma palavra ao acaso, entre um texto e outro, entre uma palavra fugaz, e outra repetida, lá estava ela. Seren... Serio e de idade, Serendicidade.
Seenpidade, serendipidade... ufa, serendipidade!
Palavrinha para se dizer com pouca serenidade é o que é.
Serendipidade é uma palavrinha interessante, o quê? queriam a papinha aqui toda? este é o vosso acaso, acaso desconheçam o meaning da palavrita... ide lá ver ao dicionário...
não? Porquê?
dá trabalho?
Vá preguiçosos, mexer os dedinhos, e não se fiquem pela wikipérdia porque a palavrita pede mais e quem pérdia são vocês...
18 de fevereiro de 2010
17 de outubro de 2009
janelas
sigo por entre as serras, por caminhos da memória. por entre os rios e as vindimas. por entre as curvas da serra ouvem-se rumores do frio de um outono que pede desculpa por chegar atrasado. Onde estará o meu verão privado? esse calor que me faz suar nas noites do cerrado? por onde andará o meu colibri? meu beija-flor... bebendo água nas fontes de brasília? se escondendo da chuva? buscando mel nas flores?
de olhos na estrada, sigo a rota de uma voz robotizada que me faz perder o rumo por entre aldeias abandonadas e caminhos por onde nem as cabras passam mais.serras. verdes prados. castanhos, pasteis, laranjas. verdes e mais verdes, folhas caídas. velhos perdidos em estradas sem destino.olham o tempo como quem olha um passado que não chegou para dizer tudo. seia. cidade? distrito? freguesia? museu do pão. entramos? não há tempo... curvas, frio que se aninha sorrateiramente nas entranhas dos trapos de verão, imensidão, vales, aldeias. lagos, laguinhos, rios e riachos, ovelhas. perto. cada vez mais perto. pertinho. do alto! olha o passado aqui tão perto. olha, estranha proximidade de um tempo ali tão perto, longínquo. paragem num passado que se viveu, feliz. saudade de quem não está mais. saudades de um templo destruído. janelas que mostram uma alma frenestrada por um tempo mais apressado. caminhos percorridos, uma e outra vez. caminhos apagados. destruídos. figuras que olham esse cenário com admiração. sem preconceito do cenário de outros tempos.portas caídas. ventos sorrateiros. templo de uma memória avassaladora. saudade.objectos esquecidos pelos ventos, pelo pó. folhas de plátanos que espreitam o teatro sem actores. árvores que dançam tristes sem plateia.

espectáculo. beleza. vazio. salas cheias de tudo menos nada. ouço os passos de um casal que segue ao longe, num tempo que não mais é. páro e vejo, ali, em frente, em cima, por baixo, de todos os lados, no meio da destruição, estranha sensação de beleza. Quanta tristeza. quanta beleza. tanto sentimento. quanto para sentir, para gritar.
Pára. para chorar, rir e apenas sentar em frente à sombra do que foi. o presente é uma sombra forte, marcada, definida, de um passado que me construíu com sorrisos e janelas abertas sobre os ares da serra. como seria bom mostrar isto ao meu pequeno verão privado.

como seria bom ficar ali, parado, horas, dias, fazendo as árvores sorrir... mostrar e contar as histórias partilhar essa tristeza e sorrir no meio dos ventos que varrem a tristeza dali pra longe. ahh.arre...ares da serra. sanatório. que estranha força tens tu na razão da emoção! rasgas-me por dentro o sofrimento e fazes-me sorrir por caminhos que se abrem, com a tristeza de um passado feliz, que não mais é. com o sorriso recuperado por ali ter existido uma história, felicidade sorrateira que chega com o vento e me leva por entre as portas e janelas, até junto de ti. Aí, do outro lado dessas letras...
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